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	<title>Comentários para Carne</title>
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	<description>processo de trabalho da cia kiwi de teatro</description>
	<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 02:26:51 +0000</pubDate>
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		<title>Comentado sobre fazendo gênero por Maysa</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/fazendo-genero/#comment-25</link>
		<dc:creator>Maysa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 22:44:24 +0000</pubDate>
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		<description>Olá mujeres!
Estive no Vértice Brasil (que a Fê indicou)! Foi uma experiência maravilhosa e gostaria muito de trocar com vocês!
Duas das organizadoras do Simpósio estavam lá (a Lúcia Romano e a Brígida - que é uma grande pesquisadora de teatro feminista no mundo, mulher que temos que manter contato).
Fiquei de fazer um levantamento de teatro feminista em São Paulo, mas acho que seria interessante ampliar a pesquisa para ARTISTAS FEMINISTAS.
Então, de cara, já pensei em vocês, apesar do tema não ser foco do trabalho da cia, vejo a quantidade de pesquisa que fazem para a criação do Carne!
Vamos falando?
Beijão, Maysa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá mujeres!<br />
Estive no Vértice Brasil (que a Fê indicou)! Foi uma experiência maravilhosa e gostaria muito de trocar com vocês!<br />
Duas das organizadoras do Simpósio estavam lá (a Lúcia Romano e a Brígida - que é uma grande pesquisadora de teatro feminista no mundo, mulher que temos que manter contato).<br />
Fiquei de fazer um levantamento de teatro feminista em São Paulo, mas acho que seria interessante ampliar a pesquisa para ARTISTAS FEMINISTAS.<br />
Então, de cara, já pensei em vocês, apesar do tema não ser foco do trabalho da cia, vejo a quantidade de pesquisa que fazem para a criação do Carne!<br />
Vamos falando?<br />
Beijão, Maysa</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre algumas coisas por Maiara Gouveia</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/09/algumas-coisas/#comment-20</link>
		<dc:creator>Maiara Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 21:20:51 +0000</pubDate>
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		<description>"Mero incidente/Corriqueiro: Ser mulher/A vida inteira
Minha beleza não é efêmera/Como o que eu vejo em bancas por aí"
(Em: Bobagem. Disco: Céu)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mero incidente/Corriqueiro: Ser mulher/A vida inteira<br />
Minha beleza não é efêmera/Como o que eu vejo em bancas por aí&#8221;<br />
(Em: Bobagem. Disco: Céu)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre algumas coisas por Diana Azevedo Correia de Souza</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/09/algumas-coisas/#comment-19</link>
		<dc:creator>Diana Azevedo Correia de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 12:11:39 +0000</pubDate>
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		<description>No site da Scielo vocês podem encontrar alguns artigos sobre a teoria queer, em revistas sobre feminismo, sexualidade etc...
São excelentes artigos, alguns de autoras brasileiras que fazem um trabalho muito sério na área; poderia citar Loyola e Márcia Aran.
Outro autora que merece ser lida é Rose Braidotti - utiliza a noção de sujeitos nômanes de Delleuze para estudar a constituição da subjetividade feminina e fala, como Delleuze, de uma feminização do mundo (consceito a meu ver questionável).
Boa Leitura
Diana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No site da Scielo vocês podem encontrar alguns artigos sobre a teoria queer, em revistas sobre feminismo, sexualidade etc&#8230;<br />
São excelentes artigos, alguns de autoras brasileiras que fazem um trabalho muito sério na área; poderia citar Loyola e Márcia Aran.<br />
Outro autora que merece ser lida é Rose Braidotti - utiliza a noção de sujeitos nômanes de Delleuze para estudar a constituição da subjetividade feminina e fala, como Delleuze, de uma feminização do mundo (consceito a meu ver questionável).<br />
Boa Leitura<br />
Diana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre fazendo gênero por Maiara Gouveia</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/fazendo-genero/#comment-18</link>
		<dc:creator>Maiara Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 18:10:54 +0000</pubDate>
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		<description>Hierarquia &#38; Sociedade Patriarcal. Submissão da Mulher. Poder &#38; Autoridade. Um trechinho da Bíblia:

"Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível." Efésios 5:22-27</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hierarquia &amp; Sociedade Patriarcal. Submissão da Mulher. Poder &amp; Autoridade. Um trechinho da Bíblia:</p>
<p>&#8220;Vós, mulheres, submetei-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo. Mas, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres o sejam em tudo a seus maridos. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, a fim de a santificar, tendo-a purificado com a lavagem da água, pela palavra, para apresentá-la a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem qualquer coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.&#8221; Efésios 5:22-27</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre fazendo gênero por Maiara Gouveia</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/fazendo-genero/#comment-17</link>
		<dc:creator>Maiara Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 18:05:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/fazendo-genero/#comment-17</guid>
		<description>A idéia de subordinação e, mais do que isso, de mulher convertida em utensílio para procriar &#38; realizar outras tarefas necessárias ao homem está dentro da mesma hierarquia perversa que faz do mundo um espelho estilhaçado (de imagens distorcidas: reduzidas e ampliadas) de dominadores e dominados, vendidos e comprados. 
Os conceitos de hierarquia &#38; poder foram construídos atrelados às idéias de força &#38; autoridade. 
Enfim, acho bacana anexar fragmentos de discurso que, ao longo dos séculos, estabeleceram essas imagens múltiplas da mulher. Sempre pensando nessa lógica absurda de transformar seres em "coisas", "ferramentas" e "produtos" que também está no cerne do capitalismo. Separei um trechinho do John Locke:

“Para este propósito eu acho que não devemos deixar de definir o que eu penso ser o poder político; que o poder do Magistrado sobre seu súdito seja diferenciado daquele de um pai sobre suas crianças, um mestre sobre seus servos, um marido sobre sua esposa e um senhor sobre seus escravos. (...)
Portanto, acredito ser o poder político, o direito de fazer leis com pena de morte e, conseqüentemente, todas as outras menores penalidades, para a regulamentação e preservação da propriedade, empregando a força da comunidade na execução de tais leis e na defesa do Estado de invasões estrangeiras, sempre com o intuito do bem comum.”

LOCKE, John. Second Treatise of Civil Government. 1690. Traduzido do texto original.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia de subordinação e, mais do que isso, de mulher convertida em utensílio para procriar &amp; realizar outras tarefas necessárias ao homem está dentro da mesma hierarquia perversa que faz do mundo um espelho estilhaçado (de imagens distorcidas: reduzidas e ampliadas) de dominadores e dominados, vendidos e comprados.<br />
Os conceitos de hierarquia &amp; poder foram construídos atrelados às idéias de força &amp; autoridade.<br />
Enfim, acho bacana anexar fragmentos de discurso que, ao longo dos séculos, estabeleceram essas imagens múltiplas da mulher. Sempre pensando nessa lógica absurda de transformar seres em &#8220;coisas&#8221;, &#8220;ferramentas&#8221; e &#8220;produtos&#8221; que também está no cerne do capitalismo. Separei um trechinho do John Locke:</p>
<p>“Para este propósito eu acho que não devemos deixar de definir o que eu penso ser o poder político; que o poder do Magistrado sobre seu súdito seja diferenciado daquele de um pai sobre suas crianças, um mestre sobre seus servos, um marido sobre sua esposa e um senhor sobre seus escravos. (&#8230 <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
Portanto, acredito ser o poder político, o direito de fazer leis com pena de morte e, conseqüentemente, todas as outras menores penalidades, para a regulamentação e preservação da propriedade, empregando a força da comunidade na execução de tais leis e na defesa do Estado de invasões estrangeiras, sempre com o intuito do bem comum.”</p>
<p>LOCKE, John. Second Treatise of Civil Government. 1690. Traduzido do texto original.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre e aí, garotas? feliz páscoa? por Diana Azevedo Correia de Souza</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/03/23/e-ai-garotas-feliz-pascoa/#comment-16</link>
		<dc:creator>Diana Azevedo Correia de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 11:25:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=15#comment-16</guid>
		<description>Creio que o mesmo núcleo - mulher objeto, mulher coisa- aparece noutros tipos de propaganda, de forma mais sutil e por isso mesmo com uma força de penetração no imaginário social bem maior. Vejamos o caso da última propaganda de carro que está sendo veiculada: a voz em off, bem sedutora, é de uma mulher que no final diz que devemos estranhar o fato de uma mulher estar fazendo propaganda de carro, mas é que não haviam homens disponíveis pois todos tinham corrido para a consecionária.
Essa é bem leve porém uma análise nos mostra o que a mulher espera de um homem- um carrão- para que a conquiste; que gostar ou entender de carro não é coisa de mulher, ou seja carro é potência, velocidade, liberdade e esses não são atributos da mulher. 
Poderíamos continuar a análise mas ficaria exaustivo e até mesmo leviano por não partir de um trabalho concreto de pesquisa. Isso foi só para vocês verem que as imagens preconceituosas de mulher veiculadas pelas propagandas vão muito além daquelas mais óbvias (estas até permitem e/ou geram uma reação, e creio que contam com esta como um plus para que as pessoas memorizem o comercial), trabalham "subterrâneamente" reforçando estereótipos antigos com roupagens "politicamente corretas".
A discussão deve ser a fundo, sobre o papel da mídia na criação e/ou refôrço de representações sociais de mulher implementando um imaginário de coissificação d@s sujei@s humanos, sobretudo a mulher, que desta forma tornam-se objetos de consumo, descartáveis, feitos para virar dejeto, ou seja, não passar de merda após serem canibalisados pela sociedade de consumo implantada pelo capitalismo tardio.
Beijos (e não se deixem transformar em puros dejetos poeque @ ser human@ é sobretudo critativo, capaz de constante re-criação de si mesmo e do mundo)
Diana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que o mesmo núcleo - mulher objeto, mulher coisa- aparece noutros tipos de propaganda, de forma mais sutil e por isso mesmo com uma força de penetração no imaginário social bem maior. Vejamos o caso da última propaganda de carro que está sendo veiculada: a voz em off, bem sedutora, é de uma mulher que no final diz que devemos estranhar o fato de uma mulher estar fazendo propaganda de carro, mas é que não haviam homens disponíveis pois todos tinham corrido para a consecionária.<br />
Essa é bem leve porém uma análise nos mostra o que a mulher espera de um homem- um carrão- para que a conquiste; que gostar ou entender de carro não é coisa de mulher, ou seja carro é potência, velocidade, liberdade e esses não são atributos da mulher.<br />
Poderíamos continuar a análise mas ficaria exaustivo e até mesmo leviano por não partir de um trabalho concreto de pesquisa. Isso foi só para vocês verem que as imagens preconceituosas de mulher veiculadas pelas propagandas vão muito além daquelas mais óbvias (estas até permitem e/ou geram uma reação, e creio que contam com esta como um plus para que as pessoas memorizem o comercial), trabalham &#8220;subterrâneamente&#8221; reforçando estereótipos antigos com roupagens &#8220;politicamente corretas&#8221;.<br />
A discussão deve ser a fundo, sobre o papel da mídia na criação e/ou refôrço de representações sociais de mulher implementando um imaginário de coissificação d@s sujei@s humanos, sobretudo a mulher, que desta forma tornam-se objetos de consumo, descartáveis, feitos para virar dejeto, ou seja, não passar de merda após serem canibalisados pela sociedade de consumo implantada pelo capitalismo tardio.<br />
Beijos (e não se deixem transformar em puros dejetos poeque @ ser human@ é sobretudo critativo, capaz de constante re-criação de si mesmo e do mundo)<br />
Diana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre mais uma da série &#8220;a mulher na publicidade&#8221; por Maiara Gouveia</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/03/27/mais-uma-da-serie-a-mulher-na-publicidade/#comment-15</link>
		<dc:creator>Maiara Gouveia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 16:20:57 +0000</pubDate>
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		<description>Diana, Márcia, todas vocês,

(ah, é claro, e os rapazes que estão conosco pensando e querendo uma sociedade mais justa, conforme as palavras da Diana)

puxa! Quero participar mais ativamente das reflexões. Caramba, entre um trabalho e outro, uma atribulação e outra, leio vários artigos interessantes, penso em escrever para vocês. Vou encontrar uma brechinha para isso, em breve. De qualquer forma, estou sempre por aqui. Aprendiz cheia de fome. Beijinhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Diana, Márcia, todas vocês,</p>
<p>(ah, é claro, e os rapazes que estão conosco pensando e querendo uma sociedade mais justa, conforme as palavras da Diana)</p>
<p>puxa! Quero participar mais ativamente das reflexões. Caramba, entre um trabalho e outro, uma atribulação e outra, leio vários artigos interessantes, penso em escrever para vocês. Vou encontrar uma brechinha para isso, em breve. De qualquer forma, estou sempre por aqui. Aprendiz cheia de fome. Beijinhos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre fazendo gênero por Diana Azevedo Correia de Souza</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/fazendo-genero/#comment-14</link>
		<dc:creator>Diana Azevedo Correia de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 21:28:55 +0000</pubDate>
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		<description>Que tal propor o Carne como uma atividade cultural dentro do evento. E para completar poderíamos preparar uma particição num grupo temático, sobre "As múltiplas imagens de mulher presentes na sociedade brasileira.
Tem um trabalho, dissertação de mestrado de uma amiga, sobre a representação social de mulher numa comunidade de baixa renda.
É só pensar que muitos outros ângulos de abordagem sobre "corpo, violência e poder" dentro das questões de gênero podem resultar num ótimo seminário.
Beijos
Diana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal propor o Carne como uma atividade cultural dentro do evento. E para completar poderíamos preparar uma particição num grupo temático, sobre &#8220;As múltiplas imagens de mulher presentes na sociedade brasileira.<br />
Tem um trabalho, dissertação de mestrado de uma amiga, sobre a representação social de mulher numa comunidade de baixa renda.<br />
É só pensar que muitos outros ângulos de abordagem sobre &#8220;corpo, violência e poder&#8221; dentro das questões de gênero podem resultar num ótimo seminário.<br />
Beijos<br />
Diana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre variadas por Diana Azevedo Correia de Souza</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/04/03/variadas/#comment-13</link>
		<dc:creator>Diana Azevedo Correia de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 13:33:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ciakiwicarne.wordpress.com/?p=22#comment-13</guid>
		<description>É uma maravilha!!!!!!!!!! A evidência, a vivo, cores foto e ultrassonografia, das chamadas "transgressões de gênero". Ou seja @ sujeit@ humano pode escolher (dentro de alguns limites biológicos) e tranbscender ás categorias impostas de gênero. Afinal se biologia não é destino, gênero, enquanto dual e fixo, também não o é. Que cada um faça as suas interpretações e tenhas suas opiniões, é muito válido porém é inquestionável o que este caso representa de ampliação das possibilidades de um ser humano viver a sua sexualidade, lidar com a natalidade, a procriação e realizar seus desejos.
Beijos
Diana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma maravilha!!!!!!!!!! A evidência, a vivo, cores foto e ultrassonografia, das chamadas &#8220;transgressões de gênero&#8221;. Ou seja @ sujeit@ humano pode escolher (dentro de alguns limites biológicos) e tranbscender ás categorias impostas de gênero. Afinal se biologia não é destino, gênero, enquanto dual e fixo, também não o é. Que cada um faça as suas interpretações e tenhas suas opiniões, é muito válido porém é inquestionável o que este caso representa de ampliação das possibilidades de um ser humano viver a sua sexualidade, lidar com a natalidade, a procriação e realizar seus desejos.<br />
Beijos<br />
Diana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentado sobre mais uma da série &#8220;a mulher na publicidade&#8221; por Diana Azevedo Correia de Souza</title>
		<link>http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/03/27/mais-uma-da-serie-a-mulher-na-publicidade/#comment-12</link>
		<dc:creator>Diana Azevedo Correia de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 10:15:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://ciakiwicarne.wordpress.com/2008/03/27/mais-uma-da-serie-a-mulher-na-publicidade/#comment-12</guid>
		<description>É incrível como não apenas propagandas antigas porém as bem atuais, reforçam um imaginário sobre a mulher que a infantilizam, mostrando claramente, para usar uma terminologia de Foucoault, a colonização do corpo e da mente da mulher. São muitos os aspectos abordados subliminarmente pela propaganda, onde os valores são naturalizados (tanto os ditos positivos quanto os negativos, mantendo uma postura maniqueísta) e o corpo vira carne exposta num balcão ou mesmo num leilão. Precisamos pensar o movimento feminista como um trabalho de desconstrução de representações engessantes do e em feminino/masculino.
Somos tod@s sujeit@s human@s que deveriam ter a sua cidadania implementada e respeitada. Aliás, fazendo uma digressão, o que é isso de cidadania plena? alguém sabe o que seria cidadania parcial?
Voltando á propaganda, reparem que a maioria explora associações da imagem da mulher com família, maternidade, sensualidade ou, quando é muito bem sucedida, com um padrão bem próximo do masculino ( o que quer dizer que sendo mulher não pode pensar, ocupar cargos de direção, ser empreendedora, etc... pois são características ditas masculinas).
O importante disso tudo é que a propaganda funciona com um dos braços que sustenta estereótipos sobre a mulher, reforçando uma representação da mulher anacrônica apenas com novos simbolismos (só para camuflar) e/ou sustentando novos (antigos) paradigmas onde a mulher está ligada à natureza ( pensem na TPM e depois conversaremos a esse respeito).
Vamos lá meninas, pensando, trabalhando e fazendo com que nossa voz seja ouvida e com que a presenç efetiva da mulher na sociedade possa contribuir para a construção de uma sociedade um pouco mais justa, um pouco mais solidária, que se assemelhe, mesmo que de longe, ao que entendemos por comunidade.
Beijos para tod@s
Diana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como não apenas propagandas antigas porém as bem atuais, reforçam um imaginário sobre a mulher que a infantilizam, mostrando claramente, para usar uma terminologia de Foucoault, a colonização do corpo e da mente da mulher. São muitos os aspectos abordados subliminarmente pela propaganda, onde os valores são naturalizados (tanto os ditos positivos quanto os negativos, mantendo uma postura maniqueísta) e o corpo vira carne exposta num balcão ou mesmo num leilão. Precisamos pensar o movimento feminista como um trabalho de desconstrução de representações engessantes do e em feminino/masculino.<br />
Somos tod@s sujeit@s human@s que deveriam ter a sua cidadania implementada e respeitada. Aliás, fazendo uma digressão, o que é isso de cidadania plena? alguém sabe o que seria cidadania parcial?<br />
Voltando á propaganda, reparem que a maioria explora associações da imagem da mulher com família, maternidade, sensualidade ou, quando é muito bem sucedida, com um padrão bem próximo do masculino ( o que quer dizer que sendo mulher não pode pensar, ocupar cargos de direção, ser empreendedora, etc&#8230; pois são características ditas masculinas).<br />
O importante disso tudo é que a propaganda funciona com um dos braços que sustenta estereótipos sobre a mulher, reforçando uma representação da mulher anacrônica apenas com novos simbolismos (só para camuflar) e/ou sustentando novos (antigos) paradigmas onde a mulher está ligada à natureza ( pensem na TPM e depois conversaremos a esse respeito).<br />
Vamos lá meninas, pensando, trabalhando e fazendo com que nossa voz seja ouvida e com que a presenç efetiva da mulher na sociedade possa contribuir para a construção de uma sociedade um pouco mais justa, um pouco mais solidária, que se assemelhe, mesmo que de longe, ao que entendemos por comunidade.<br />
Beijos para tod@s<br />
Diana</p>
]]></content:encoded>
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